Porto do Recife

Recife, 21 de novembro de 2017

Menu

Comunicação

Comunicação > Notícias

24 de abril de 2017

Descentralização começa em Suape

Foto: Usina de filmes/divulgação
Descentralização começa em Suape

O processo de descentralização dos portos brasileiros vai começar por Suape. A afirmação foi do ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella.  Ela corrobora com as expectativas do Governo do Estado, que espera retomar a autonomia do principal ancoradouro de local no próximo dia 27, em um grande evento com a presença do presidente Michel Temer em Pernambuco. Contudo, a fala do ministro ainda deixa dúvidas sobre qual será o procedimento do Planalto em relação aos outros portos.  É que ainda não se sabe se o decreto presidencial incluirá apenas Suape ou contemplará todos os ancoradouros brasileiros, igualmente prejudicados pela edição da Lei dos Portos, em 2013. Essa lei centralizou os processos de concessões e arrendamentos na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), em Brasília, e travou investimentos por anos. Assim como Suape, o Porto do Recife também tem razões para querer a sua autonomia de volta. O presidente do atracadouro, Carlos Vilar, disse em entrevista recente à Folha de Pernambuco, que aguarda a edição do decreto presidencial para “destravar investimentos represados como, por exemplo, o terminal de granéis líquidos para movimentação de combustíveis”.  Marcos Siqueira, presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado (Sindope) defende a inclusão do porto recifense no decreto.“O terminal da capital não pode continuar com a sua capacidade de expansão operacional limitada”, defendeu, ressaltando a importância do atracadouro. Para ele, o Porto do Recife tem um perfil mais comercial, que complementa a atuação de Suape.  Siqueira argumentou que a Lei dos Portos fez a tramitação de processos licitatórios, anteriormente concluídos entre seis meses e um ano, se arrastarem por até três anos. “Os investimentos foram estancados”, avaliou.  Investimentos Além do terminal de granéis líquidos para movimentação de óleo combustível - espaço que teria capacidade para movimentar 22 mil toneladas, com possibilidade de ampliação até 40 mil toneladas - a devolução da autonomia ao Porto do Recife poderia destravar o arrendamento do Terminal Marítimo de Passageiros. Esse empreendimento foi construído para recepcionar cruzeiros na Copa do Mundo, em 2014, mas desde então permanece sem gestor.  Já os planos de Suape após a edição do decreto foram apresentados a um grupo de parlamentares do Estado, ontem. O grupo foi recepcionado pelo vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Raul Henry. A prioridade, segundo ele, é licitar o segundo terminal de contêineres (Tecon 2). O projeto do empreendimento está pronto desde 2012, mas também ficou travado em virtude da centralização dos processos em Brasília. Após a confirmação da edição do decreto de retomada da autonomia, a administração de Suape lançou, no último dia 4, um edital para a atualização dos Estudos de Viabilidade Técnica e Econômico-Financeira. O vencedor ainda não foi divulgado. Após essa etapa, Suape deve realizar uma audiência pública e licitar o Tecon 2 até 2018.FONTE: Folha de Pernambuco em 21/04/2017


Movimentação

No momento

06navios atracados no porto público

06navios atracados

Toneladas em operação

290.965no último trimestre

1.190.236neste ano

Tábua de marés

Clique aqui

Vídeo Institucional