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Bom Dia PE
Video - Maior centro de artesanato de Pernambuco será inaugurado no Recife nesta terça-feira

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Pernambuco.com
Inauguração do Centro de Artesanato de Pernambuco acontece nesta terça
Instalado no Armazém 11, ao lado da Praça do Marco Zero, no Bairro do Recife, o Centro será aberto ao público às 16h

Publicação: 25/09/2012

Centro de Artesanato de Pernambuco fica no Armazém 11, no Bairro do Recife. Foto: Governo de Pernambuco/Divulgação

Nesta terça-feira (25), o Centro de Artesanato de Pernambuco – Cape, instalado no Armazém 11, ao lado do Marco Zero, será inaugurado. O governador Eduardo Campos fará parte da cerimônia oficial de abertura, às 16h. Foram investidos R$ 6,5 milhões para a construção em uma área de 2.511 m². O espaço é considerado o maior do segmento no Brasil e contará com 16 mil peças de 500 artesãos de todas as regiões de Pernambuco, auditório climatizado com 120 lugares, área de exposições, Centro de Atendimento ao Turista, setor administrativo, além do Bistrô & Boteco com capacidade para 400 pessoas.

A inauguração marca a primeira etapa concluída do projeto de reforma do Porto do Recife. A área das lojas ocupa 1.000 m² e é divida em sete setores: mestres, souvenires, artesanato contemporâneo, cestaria, têxtil, trabalhos manuais e brinquedos populares. Para facilitar a localização, paredes pintadas com cores fortes identificam cada um dos espaços.

Ao lado do auditório foi montada uma galeria de arte para exposições temporárias, coordenada pela secretaria de Cultura do estado. O Centro também acolherá uma mostra permanente com peças premiadas da Galeria de Reciclados e Salão de Arte Popular da Fenearte, desde 2007. O complexo do Bistrô & Boteco, além de oferecer um cardápio recheado de opções da culinária, contará ainda com um café e uma sorveteria.

Para a abertura, o espaço da galeria recebe a exposição Tradição/tradução, com obras de quatro grandes artistas contemporâneos de nosso estado: Marcelo Silveira, Joelson, Cristina Machado e Derlon. Em cartaz até o dia 25 de novembro, a mostra traz trabalhos elaborados com materiais comuns na confecção de artesanato como couro, madeira e argila.

Jornal do Commercio
Centro de Artesanato de Pernambuco abre as portas no Recife
Segunda unidade inaugurada no Estado, espaço abriga exposições e põe à venda 16 mil peças de 525 artistas pernambucanos. Horário de funcionamento será de 10h às 20h, diariamente

Publicado em 25/09/2012


Com um acervo de 16 mil peças, o segundo Centro de Artesanato de Pernambuco (Cape) – o primeiro fica em Bezerros (Agreste) – começou a funcionar no prédio do antigo armazém 11 do Porto do Recife na tarde desta terça-feira (25). Ao lado do Marco Zero, o espaço virou vitrine para as obras de 525 artesãos de todo o Estado. De quebra, criou-se área de lazer ao lado do centro, à beira do mar, para quem quer andar de skate, bicicleta ou simplesmente contemplar a paisagem.

Artistas de várias cidades estiveram na abertura. Como Severina Gouveia da Silva, que vive em Tracunhaém (Mata Norte). Suas bonecas de lã e flores de meia ainda não estão à venda no local, mas ela espera vê-las numa estante do Centro de Artesanato em breve. “Aproveito essa visita para ver o que outros artesãos estão fazendo em Pernambuco e aprender mais sobre o que faço”, ressaltou.

O Cape é a primeira obra do projeto Porto Novo a ser entregue. Trata-se de obra do governo do Estado em parceria com a iniciativa privada que revitaliza os antigos armazéns do Porto do Recife. Até 2014, funcionarão no local um museu em homenagem a Luiz Gonzaga, centro de convenções, escritórios e terminal marítimo de passageiros.

Jornal do Commercio
Marco Zero ganha Centro de Artesanato de Pernambuco
Cape é aberto nesta terça-feira (25), às 16h. O espaço tem 16 mil peças de 500 artesãos do Estado

Publicado em 25/09/2012
Mateus Araújo

Foto: Priscila Buhr/JC Imagem

À beira das águas que emolduram o centro histórico do Recife, o mesmo Armazém 11 que por anos deu à região um clima estranho de abandono agora reabre sua portas, desta vez moderno. O local onde se estocava açúcar no passado se transformou no Centro de Artesanato de Pernambuco (Cape), que enfim ficou pronto, depois de três anos de reforma e seis meses de atraso e é entregue à população e aos turistas nesta terça (25), a partir das 16h.

O centro, considerado o maior do segmento no Brasil, tem um acervo de 16 mil peças, de 500 artesãos, entre trabalhos feitos com couro, madeira, cerâmica, barro, além de produtos têxtil. No espaço, mestres tradicionais como Dila, Ana das Carrancas, J. Borges e Manoel Eudócio dialogam com trabalhos mais contemporâneos que bebem da fonte da cultura popular.

Todo o acervo está à venda. As peça custam de R$ 1 a R$ 3 mil, divididas entre as seções mestres, suvenires, artesanato contemporâneo, cestaria, têxtil, trabalhos manuais e brinquedos populares. O centro faz parte de um complexo cultural que está sendo erguido na área portuária do Recife. No dia 13 de dezembro, por exemplo, a expectativa do governo é abrir o Cais do Sertão Luiz Gonzaga.
EXPOSIÇÃO - Na inauguração do Centro de Artesanato de Pernambuco acontece também a abertura de uma exposição temporária na galeria de artes, coordenada por Márcio Almeida, da Secretaria de Cultura do Estado. Tradição/Tradução, aberta até 25 de novembro, reúne obras dos artistas plásticos contemporâneos Marcelo Silveira, Cristina Machado, Joelson e Derlon Almeida.

Leia matéria completa no Caderno C desta terça (25).


G1 Pernambuco
Centro de artesanato atrai grande público
Espaço será inaugurado nesta terça, ao lado do Marco Zero.Local conta com restaurante, loja, galeria de arte e mostra permanente.

25/09/2012



O Porto do Recife, a partir desta terça-feira (25), deixa de servir apenas como ponto de embarque e desembarque de mercadoria e pessoas e abre as portas para pernambucanos e turistas. Num espaço de mais de 2 mil metros quadrados, o Armazém 11, ao lado do Marco Zero, dará lugar ao maior Centro de Artesanato de Pernambuco (Cape). O local conta com um restaurante, mais de 16 mil peças em exposição de 500 artesãos locais, auditório, loja, mostra permanente e galeria de arte.

Com investimento de R$ 6,5 milhões, o novo centro de artesanato dá início à revitalização dos armazéns do Porto do Recife. O espaço, projetado pelo arquiteto Carlos Augusto Lira, vai possibilitar a comercialização de peças vindas de todas regiões do estado, além de valorizar o trabalho dos artesãos e artistas populares locais. “A gente tem os principais mestres de Pernambuco, nas principais tipologias que trabalham, seja na madeira, na fibra, no couro, metal. Acima de tudo, estão vinculados ao artesanato de tradição”, contou Roberto Lessa, diretor de economia criativa da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (AD Diper).
O centro vai funcionar como ponto de convergência entre todas as iniciativas do Programa do Artesanato de Pernambuco (Pape), como a Feira Nacional do Artesanato (Fenearte) e a Unidade Móvel do Artesanato. “Toda essa diversidade foi escolhida a partir de uma curadoria, feita desde a Fenearte e de outros programas que a gente já gere. Então, pessoas da sociedade civil, da Universidade Federal de Pernambuco, do governo, do Sebrae, contribuíram para que a gente possa ter aqui uma composição de olhares que resultam nessa qualidade, nessa diversidade”, salientou Lessa.

Nas instalações do Cape, haverá ainda ambientes decorados para que o visitante possa visualizar a utilização de peças artesanais em espaços como sala de estar, sala de jantar e quarto. Cada peça exposta no local terá uma etiqueta, onde estarão o nome do artesão, o telefone, o município de origem e o material do qual é feita. A área de loja, que estará aberta a partir da quarta-feira (26), ocupa 1.000 m² e é divida em sete setores: mestres, souvenires, artesanato contemporâneo, cestaria, têxtil, trabalhos manuais e brinquedos populares.

A galeria de arte do Cape está aberta para exposições temporárias, coordenada pela Secretaria de Cultura do Estado. A primeira exposição será a "Tradição/Tradução", a partir desta terça, com obras de quatro grandes artistas contemporâneos: Marcelo Silveira, Joelson, Cristina Machado e Derlon. Em cartaz até o dia 25 de novembro, a mostra traz trabalhos elaborados com materiais comuns na confecção de artesanato como couro, madeira e argila.

O centro também abrigará uma mostra permanente com peças premiadas da Galeria de Reciclados e Salão de Arte Popular da Fenearte, desde 2007. O complexo do Bistrô & Boteco, por sua vez, funcionará como restaurate, bar, além de contar com um café e uma sorveteria. Os artesões interessados em ter peças expostas no espaço ao lado do Marco Zero devem ir até o local para participar de uma seleção - o local vai funcionar das 10h às 20h.

O Cape é o segundo Centro de Artesanato de Pernambuco. O primeiro está instalado em Bezerros, no Agreste, às margens da BR-232. O local conserva um museu e uma loja com acervo de sete mil peças de diversos municípios.


Jornal do Commercio - Cidades
Centro de artesanato atrai grande público
Espaço, recém-inaugurado, ficou lotado durante a tarde e a noite. Número de visitantes surpreendeu até diretor da agência de desenvolvimento do Estado.


Da Redação

Desde a sua inauguração, no último dia 25, o Centro de Artesanato, que funciona no armazém 11 do Porto do Recife, Bairro do Recife, área central da cidade, tem recebido uma quantidade significativa de visitantes diariamente. E o número parece ter aumentado na tarde de ontem. O espaço ficou lotado das 17h às 20h, horário do fechamento.

“Gostei muito do que vi. O Centro é uma boa oportunidade para apreciarmos as obras de arte do Estado e mais uma opção para trazermos os amigos turistas que vierem ao Recife. E hoje (ontem), apesar de ter muita gente circulando por aqui, não está ruim. Prova disso é a grande quantidade de crianças aproveitando o espaço”, declarou a funcionária pública aposentada Irene Ferreira.

O diretor de promoção da economia criativa da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Ad Diper), Roberto Lessa, afirmou que a quantidade de visitantes do Centro foi surpreendente. “A catraca que fará a contagem exata do número diário de visitantes ainda será instalada, mas já percebemos um bom movimento. Tanto que os caixas estão sempre bem movimentados. Agora, temos uma Fenearte por dia”, comemorou.

“O trabalho dos artesãos de Pernambuco reúne qualidade e diversificação. Por isso, a tendência é que esse Centro seja bem frequentado sempre”, destacou Lessa, ressaltando outro diferencial: o local onde foi instalado. “Os galpões, antes fechados, bloqueavam uma vista muito bonita, que agora está disponível para que o público possa apreciar”, disse.

Artesãos cujas obras estão expostas no espaço também visitaram o local ontem, curiosos para saber como os seus trabalhos estavam sendo recepcionados pelo público. “Ainda não tenho ideia de quanto vendi, mas sei que saíram muitas peças minhas, porque já foi solicitado que eu confeccionasse mais para reposição”, afirmou o mestre Nicola, artesão de Quipapá, Zona da Mata Sul, que hoje mora no Recife.

“O Centro de Artesanato é uma garantia de que teremos uma renda mensal. E isso facilita, principalmente, a vida dos artesãos que moram no interior, porque enfrentam dificuldade no transporte das peças vendidas para fora das cidades onde eles residem”, salientou.

Os artesãos recebem mensalmente o valor referente às vendas. A cada peça vendida, 20% do valor fica com a Ad Diper, para financiar a manutenção do espaço. “A ideia é fortalecer a cadeia do artesanato. O papel da Ad Diper é disponibilizar a vitrine para que os artesãos mostrem o que sabem fazer”, destacou Roberto Lessa.





 

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