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21 de agosto de 2013

Marco arquitetônico no cais

De projeto arrojado, o Centro Cultural Luiz Gonzaga, que abre em dezembro, promete surpreender visitantes

Arquitetura moderna, estrutura de concreto diferenciada, utilização de materiais de alta qualidade. Esses detalhes, garantem profissionais responsáveis pela execução do projeto do Centro Cultural e Museu Cais do Sertão Luiz Gonzaga, devem transformar o espaço num marco arquitetônico e atrair visitantes locais, de todo o País e do exterior. Detalhes do projeto do museu, que será inaugurado dia 13 de dezembro (com um ano de atraso), foram apresentados ontem à tarde, numa visita guiada ao espaço, pelo arquiteto Marcelo Ferraz e pelo engenheiro Bruno Ventura.

Dividido em duas edificações – Módulo 1 e Módulo 2 – o prédio contará com uma marquise construída em concreto protendido, formando um vão livre de cerca de 25 metros. “Foram contratados calculistas renomados para pensar numa construção segura. Esses profissionais, então, sugeriram que fosse utilizado o concreto protendido, estrutura que inclui cabos de aço dentro do concreto e assim garante a viabilidade da obra”, explicou Ventura.

No Módulo 1, destaca-se um sulco tortuoso com iluminação especial que representa o Rio São Francisco. Nesse espaço haverá pontes de madeira e de vidro para que os visitantes possam atravessar o “rio”. “O museu vai contar a história do Sertão para os visitantes. A função urbanística do projeto foi transformar o local num espaço de convivência pautado na cultura”, salientou Marcelo Ferraz, citando ainda o “útero”, sala de projeção de vídeos com capacidade para 50 pessoas. “Nesta sala os visitantes terão a sensação de entrar no Sertão”, resumiu.

No Módulo 2, um vão livre de 56 metros libera a vista para o mar. De acordo com os profissionais responsáveis pelo projeto, quando finalizada, a estrutura será uma das maiores do gênero do Nordeste, comparável, em espaços de exposições, ao vão livre do Museu de Arte de São Paulo, que tem aproximadamente 70 metros. Outro diferencial destacado por Marcelo Ferraz foi a máscara de cobogós brancos, criada especialmente para o espaço, com linhas livres que representam a renda, a terra trincada e a visão do sertanejo das galhas da caatinga.

“Foi um grande desafio montar o projeto por causa das particularidades da obra. Tivemos que projetar em cima do antigo cais, que cresceu desordenadamente, sem desmanchar a forma de galpão”, explicou.

Segundo o presidente do Porto do Recife, Rogério Leão, o investimento total no equipamento foi de R$ 97 milhões, sendo R$ 18,5 milhões do governo federal e o restante do Estado. A inauguração em dezembro será apenas do Módulo 1. A outra etapa do centro está prevista para ser entregue no fim de 2014.

Fonte: Jornal do Commercio (21/08/13)

 


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