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02 de agosto de 2013

Porto do Recife amplia alfândega


A partir deste mês, terminal vai aumentar em cinco vezes a área de recebimento de mercadorias importadas. Da Redação.
Da Redação.


O Porto do Recife vai aumentar em cinco vezes a área de recebimento de mercadorias importadas, a partir deste mês. A Receita Federal do Brasil (RFB) autorizou o alfandegamento de uma área de 94,2 mil metros quadrados. A permissão foi publicada ontem no Diário Oficial da União. Na prática, o alfandegamento é a nacionalização das cargas importadas. Os produtos que chegam de outros países só podem ficar nessas áreas, onde são desembaraçados antes de circular pelo território nacional. Com a ampliação da área, o porto aposta num aumento de 20% na movimentação anual de cargas.
"Essa ampliação vinha sendo negociada há um ano. Essa foi a melhor notícia que poderíamos receber para aumentar a eficiência do Porto do Recife. Por falta de espaço, perdíamos essas cargas para os terminais de Salvador e Fortaleza. Nosso trabalho agora será captar novas cargas para encher esses pátios de mercadorias", diz o presidente do Porto, Rogério Leão. Recém-empossado na cadeira da presidência, o gestor recebeu do governador Eduardo Campos a missão de transformar o terminal numa empresa superavitária. Ao longo dos últimos anos, o balanço vem fechando no vermelho.
Com a autorização da RFB, a área alfandegada passou de 20 mil para 114,2 mil m². "A partir de agora seremos o porto público do Nordeste com maior área para receber produtos importados", comemora Leão, dizendo que 70% das cargas são de importação e o restante é de exportação. Em 2012, o porto movimentou 1,7 milhão de toneladas e a estimativa para este ano é alcançar 2 milhões. Nos últimos quatro anos, o porto vem passando por um processo de modernização, com a captação de novas cargas e arrendamento das áreas não operacionais para setores de comércio e turismo.
A ampliação da área alfandegada vai permitir o aumento da receita operacional do porto, com a captação de cargas de maior valor agregado. "Até 2006 esses pátios alfandegados viviam vazios. Naquela época éramos assombrados pelo fantasma do fechamento do terminal. Mas o cenário mudou. A partir de 2010 começaram a chegar equipamentos importados, como os guindastes, pás carregadeiras e escavadeiras do grupo chinês XCMG. O desenvolvimento do polo automotivo e farmacoquímico de Goiana (Mata Norte) também estimulou as operações do porto. Começaram a chegar cargas da Fiat, da Companhia Brasileira de Vidros Planos (CBVP) e da Hemobrás. Também recebemos bobinas de aço importadas da Rússia e dos Estados Unidos para atender às indústrias nordestinas. Outra carga que ganhou importância foi a de projetos (equipamentos importados para a construção de grandes empreendimentos). Recebemos equipamentos para os estaleiros Vard Promar e Navalmare", detalha o diretor de operações do Porto do Recife, Carlos Vilar. Isso sem falar nas importação de veículos (da Volkswagen e Shineray) e das pás para turbinas eólicas da argentina Impsa.
Fonte: Jornal do Commercio


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