Menu

facebook twitter Instagram Youtube Linkedin

Comunicação

Comunicação > Notícias

19 de mar�o de 2013

Terminal marítimo de passageiros

Pernambuco ganha o novo Terminal Marítimo de Passageiros. A obra está praticamente concluída deve ser entregue em abril. O terminal é um investimento de R$ 28 milhões e vai fazer parte da nova paisagem do bairro do Recife, que o Porto do Recife está devolvendo aos pernambucanos. 

O Terminal Marítimo de Passageiros faz parte das obras que preparam o país para os grandes eventos esportivos, como Copa do Mundo. Novos terminais estão sendo construídos em Fortaleza, Natal, Salvador e Manaus, com o plano de dar aos portos uma recepção de passageiros apropriada. O terminal em Pernambuco é o primeiro a ser entregue.

Os equipamentos servirão também para ampliar a capacidade hoteleira das cidades-sede durante os eventos esportivos. De acordo com a presidente do Porto do Recife, o terminal marítimo foi pensado com dois ideias: possibilitar a atracação dos navios e servir de meio de hospedagem. “Hoje o Recife não necessita tanto dessa hospedagem dos navios, porque a capacidade suporta a demanda da Copa, mas podemos contar com essa possibilidade”. O Porto do Recife já foi procurado por contatos de fora, demonstrando interesse em trazer navios que sirvam de hospedagem. A gente poderá ter, ao menos, três grandes navios atracados no porto e quatro mil pessoas circulando aqui dentro sem transtornos, precisou Marta Kümmer.

No Porto do Recife, o terminal de passageiro faz o limite entre a área operacional e não operacional. É o segundo equipamento do Porto do Recife, requalificado a ser devolvido à cidade, parte de um projeto maior de transformação de áreas não operacionais do porto. O primeiro foi o Centro de Artesanato de Pernambuco. Entre o Centro de Artesanato e o Terminal Marítimo de Pernambuco, está sendo construído o Cais do Sertão Luiz Gonzaga. 

Obras
O terminal está entre os mais modernos do mundo e pode ser comparado a um saguão de aeroporto, com a diferença de a atracação de uma embarcação naval representa o trânsito de cerca de 2 mil pessoas. O Terminal de Passageiros de Pernambuco contará com salas de embarque e desembarque, espaços para os órgãos reguladores e de fiscalização, balcões de check-in, áreas para agências de viagens, lojas e restaurantes em uma área total de 23,4 mil metros quadrados, com 7,9 mil metros quadrados de área construída. O espaço terá estacionamento com 176 vagas para automóveis e doze para ônibus de turismo. 

O Porto do Recife recebe grandes transatlânticos e com o terminal teremos capacidade para atender a um número maior de embarcações. Atualmente, o embarque dos passageiros é feito sem conexão entre as áreas primária e secundária. Os ônibus vão a beira do cais para pegar os passageiros e sair do porto. “Com o terminal em funcionamento, o passageiro vai sair do navio, caminhar pelo espaço e sair na cidade, em uma área revitalizada. É isso que teremos de diferencial”, prevê Marta Kümmer. O comum, em um porto, são grandes guindastes, contêineres, carga e descarga de mercadorias. “O passageiro que chegar ou embarcar a partir do Recife não vai conviver com isso. Ele vai sair numa área de entretenimento, lazer, com uma dinâmica totalmente diferente”, explica Kümmer.

O investimento na obra soma R$ 28,07 milhões, sendo 21,8 milhões de recursos federais do PAC da Copa. O projeto utilizou o antigo Armazém 7, que passou por reformas internas, mas teve a estrutura mantida. Voltado para o cais, o armazém terá, no térreo, salas de embarque e desembarque, com um mezanino que será utilizado como memorial do porto. O terminal possui um primeiro pavimento, com previsão de ser ocupado por lojas e restaurante. O acesso se dará por uma escada normal e outra rolante, uma rampa e dois elevadores dão acesso de um piso a outro.

Uma passarela liga o Armazém 7 à Sala Pernambuco. Ela é voltada para a cidade, com uma fachada em estrutura metálica, que lembra um barco de papel. O espaço abrigará os balcões de check-in, salas de agências de viagens e dos órgãos como alfândega e Polícia Federal, além das agências reguladoras.

O cais em frente ao Armazém 7 possui profundidade de sete e oito metros. Os navios de maior porte atracam em uma área mais afastada e, por isso, já estão em curso licitações para a reforça e nova dragagem dos cais 7, 8 e 9. 

O engenheiro responsável pela obra, Bruno Ventura, lembrou que o terminal mantém sua função, mesmo que o navio pare em um cais à frente do prédio. “Os navios podem atracar mais à frente. Um serviço de ônibus de turismo será responsável pelo deslocamento no percurso do navio para o terminal”, disse Bruno Ventura.

Cerca de 160 operários trabalham para entregar o empreendimento no cronograma previsto. “A obra está em fase final de acabamentos e revestimentos de pisos e paredes, com algumas intervenções nos quatro banheiros e uma série de equipamentos sendo instalada, como escadas rolantes, elevadores, scanners, esteiras de bagagens, luminárias, interruptor e todos esses serviços que são executados em final de obra, como o de paisagismo”, detalha Ventura.


Movimentação

No momento

09navios atracados

Toneladas em operação

1.218neste ano

Tábua de marés

Clique aqui

Vídeo Institucional